FOTO: Georgio Rios
ODE MÍNIMA
Pode o coração, ser tão vazio.
e as vazias pedras, do caminho,
serem a escada a nossa vista,
para o pequeno paraiso tão vario.
Em troca de calor, um arrepio,
na falta de estradas, um varedo,
dizer que o melhor tempo, é cedo,
e se negar a resgatar alguma pista.
O caminho é o mapa da pedra,
que em seu dorso espelha um aedo,
em longas estradas rumo a Creta.
Em Delos as pistas do El Dorado,
algum oráculo escondendo o labirinto,
aberto em páginas de Borges.
Pode o coração, ser tão vazio.
e as vazias pedras, do caminho,
serem a escada a nossa vista,
para o pequeno paraiso tão vario.
Em troca de calor, um arrepio,
na falta de estradas, um varedo,
dizer que o melhor tempo, é cedo,
e se negar a resgatar alguma pista.
O caminho é o mapa da pedra,
que em seu dorso espelha um aedo,
em longas estradas rumo a Creta.
Em Delos as pistas do El Dorado,
algum oráculo escondendo o labirinto,
aberto em páginas de Borges.
Para meus amigos este errante, e errado, soneto falho.
UAU GEORGIO!
ResponderExcluirQue lindo poema!
"algum oráculo escondendo o labirinto,"
Maestria é isto.
Beijos
Mirze