I
Tenho sentido a dor do nada faltar
tenho as águas do mar
lavando a entranha
conheço a força tamanha
do dentro de dentro da pedra
tenho os olhos frágeis de uma erva
que verdeja zombando de algum sol.
tenho as águas do mar
lavando a entranha
conheço a força tamanha
do dentro de dentro da pedra
tenho os olhos frágeis de uma erva
que verdeja zombando de algum sol.
II

Um poema maravilhoso.
ResponderExcluirBeijo
que nos carregue sim, esse mar
ResponderExcluirAdoro poesia, adoro mar...
ResponderExcluirPARABÉNS, amigo Georgio.