quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
A mulher baiana em vários tons- REALSE
Com o lançamento de ”As baianas”, seis escritores envolvem o leitor com histórias que apresentam vigorosas personagens femininas de bairros soteropolitanos
Entre noiva e piriguete, santinha e bandida, guerreira e putinha, seis narrativas compõem a coletânea “As baianas”, publicada pela editora Casarão do Verbo e que será lançada no dia 10 de fevereiro, às 19h, na Livraria Cultura do Shopping Salvador. Inspirada no livro de Sérgio Porto, “As cariocas”, a iniciativa passa longe de uma possível homenagem ao famoso cronista e escritor. São seis olhares distintos sobre cenários e personagens igualmente peculiares.
A diversidade da proposta, ao retratar a mulher baiana sem apelos caricatos e estereotipados, não fica restrita apenas às narrativas de Carlos Barbosa (A putinha da Vitória), Elieser Cesar (A guerreira da Lapinha), Gustavo Rios (A noivinha do Cabula), Lima Trindade (A piriguete de Ondina), Mayrant Gallo (A Bonnie dos Barris) e Tom Correia (A santinha da Ribeira). A Casarão do Verbo decidiu lançar também duas versões de capa, cada uma delas representando o volume de modo bem particular.
“As baianas” tem apresentação do jornalista Xico Sá e posfácio do escritor e presidente da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa, e traz em suas 152 páginas uma variedade de enredos e perspectivas dos quais emerge uma Salvador extremamente contemporânea, urbana e repleta de singularidade. Traz também um breve ensaio fotográfico em P&B, assinado por Gal Meirelles e distribuído em seis imagens que antecedem cada conto.
Lançamento de “As baianas”
Quando: 10 de fevereiro (sexta-feira), 19h.
Onde: Livraria Cultura ( Shopping Salvador)
Preço sugerido: R$ 30,00.
Entre noiva e piriguete, santinha e bandida, guerreira e putinha, seis narrativas compõem a coletânea “As baianas”, publicada pela editora Casarão do Verbo e que será lançada no dia 10 de fevereiro, às 19h, na Livraria Cultura do Shopping Salvador. Inspirada no livro de Sérgio Porto, “As cariocas”, a iniciativa passa longe de uma possível homenagem ao famoso cronista e escritor. São seis olhares distintos sobre cenários e personagens igualmente peculiares.
A diversidade da proposta, ao retratar a mulher baiana sem apelos caricatos e estereotipados, não fica restrita apenas às narrativas de Carlos Barbosa (A putinha da Vitória), Elieser Cesar (A guerreira da Lapinha), Gustavo Rios (A noivinha do Cabula), Lima Trindade (A piriguete de Ondina), Mayrant Gallo (A Bonnie dos Barris) e Tom Correia (A santinha da Ribeira). A Casarão do Verbo decidiu lançar também duas versões de capa, cada uma delas representando o volume de modo bem particular.
“As baianas” tem apresentação do jornalista Xico Sá e posfácio do escritor e presidente da Academia de Letras da Bahia, Aramis Ribeiro Costa, e traz em suas 152 páginas uma variedade de enredos e perspectivas dos quais emerge uma Salvador extremamente contemporânea, urbana e repleta de singularidade. Traz também um breve ensaio fotográfico em P&B, assinado por Gal Meirelles e distribuído em seis imagens que antecedem cada conto.
Lançamento de “As baianas”
Quando: 10 de fevereiro (sexta-feira), 19h.
Onde: Livraria Cultura ( Shopping Salvador)
Preço sugerido: R$ 30,00.
domingo, 18 de dezembro de 2011
TARDE
RIOS
Tudo, pensa, tudo, a seu tempo age.
Coração, largas veredas, longe,
Barco a deriva, terceira margem.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
AS DIVERSAS FACES DA POESIA NA 10ª BIENAL DO LIVRO DA BAHIA
A Praça de Cordel e Poesia vem com todo o ímpeto e com todo o encanto que são característicos da linguagem poética. Nesta edição, contempla, mais uma vez, as diversas faces da poesia baiana contemporânea, além de apresentar ao público alguns poetas de outros estados e até de outro país.
Ao todo serão 86 artistas da palavra que farão, ao longo das dez noites de bienal, um grandioso espetáculo. A cada noite, a partir das 18 horas, acontecerão três sessões de poesia. Cada uma com dois ou três artistas e com duração de 50 minutos.
Poetas consagrados, como Ruy Espinheira Filho e Luís Antonio Cajazeira Ramos, e jovens estreantes, como Vanny Araújo e Darlon Silva, estarão na Praça da Poesia recitando seus versos. Representando a cultura popular, estarão presentes cordelistas de grande valor, como é o caso de Antonio Barreto, Jotacê Freitas e Franklin Maxado.
A ligação da poesia com a música também será explorada. E a palavra cantada ecoará através da voz e da emoção das cantoras Flávia Wenceslau e Lane Quinto, e de outros intérpretes e compositores.
De Portugal para a Praça da Poesia, virá o poeta Luís Serguilha. E de outros rincões do Brasil, estarão presentes os poetas paulistas Mariana Ianelli e Luiz Roberto Guedes, o paraibano Babilak Bah, o mineiro Ronaldo Cagiano e os pernambucanos Ivan Maia e Wellington de Melo – nomes que abrilhantarão ainda mais esse grande encontro poético que, certamente, proporcionará ao público da Bienal do Livro da Bahia momentos de beleza e de pura magia.
José Inácio Vieira de Melo
Coordenador e curador da Praça da Poesia
Poeta, jornalista e produtor cultural
PROGRAMAÇÃO DA PRAÇA DE CORDEL E POESIA
DE 28 DE OUTUBRO A 06 DE NOVEMBRO DE 2011
28/10 (sexta-feira)
18 horas
Clarissa Macedo
Manuela Barreto
Vanny Araújo
19 horas
Daniela Galdino
Edmar Vieira
Rita Santana
20 horas
Douglas de Almeida
Walter Cesar
29/10 (sábado)
18 horas
Georgio Rios
Marcia Tude
Ricardo Thadeu
19 horas
Franklin Maxado (cordelista)
Sapiranga (cantador)
20 horas
Luís Antonio Cajazeira Ramos
Ruy Espinheira Filho
30/10 (domingo)
18 horas
Daniel Farias
Emmanuel Mirdad
Fabrício de Queiroz Venâncio
19 horas
Elizeu Moreira Paranaguá
Iolanda Costa
Martha Galrão
20 horas
Antonio Barreto (cordelista)
Babilak Bah
31/10 (segunda-feira)
18 horas
Bernardo Almeida
Moacir Eduão
Ronaldo Cagiano
19 horas
Clotilde Ribeiro
Lita Passos
Nívia Maria Vasconcellos
Wesley Correia
20 horas
Everton Lima
Flávia Wenceslau (cantora)
Gabriel Gomes
01/11 (terça-feira)
18 horas
Caio Rudá Oliveira
José Ricardo Vidal
Vânia Melo
19 horas
Inaê
Luís Serguilha
Mayrant Gallo
20 horas
Adriano Eysen
Aleilton Fonseca
Sandro Ornellas
02/11 (quarta-feira)
18 horas
Gibran Sousa
Lidiane Nunes
Raiça Bomfim
19 horas
Carlos Barbosa
Claudina Ramirez
Marcus Vinicius Rodrigues
20 horas
Lane Quinto (cantora)
Luís Pimentel
Luiz Roberto Guedes
03/11 (quinta-feira)
18 horas
Alexandre Coutinho
Darlon Silva
Priscila Fernandes
19 horas
Ana Cecília de Sousa Bastos
Goulart Gomes
Mônica Menezes
20 horas
Alberto Lima (cordelista)
Maviael Melo (cordelista)
Tina Tude
04/11 (sexta-feira)
18 horas
André Guerra
Gildeone dos Santos Oliveira
Wellington de Melo
19 horas
Ângela Vilma
Hélio Alves Teixeira (cordelista)
Júlio Lucas
20 horas
Cleberton Santos
João Vanderlei de Moraes Filho
Vladimir Queiroz
05/11 (sábado)
18 horas
Edson Oliveira
Érica Azevedo
Karina Rabinovitz
19 horas
Fabrícia Miranda
Ivan Maia
Lívia Natália
20 horas
Mariana Ianelli
José Inácio Vieira de Melo
06/11 (domingo)
18 horas
Fabrício Brandão
Max Fonseca
Vitor Nascimento Sá
19 horas
Edgar Velame
Marcos Peralta
Tiago Oliveira
20 horas
Mariana Ianelli
Jotacê Freitas(cordelista)
Amadeu Alves (músico)
Fabrício Rios (músico)
domingo, 9 de outubro de 2011
FOTO: Georgio Rios
ODE MÍNIMA
Pode o coração, ser tão vazio.
e as vazias pedras, do caminho,
serem a escada a nossa vista,
para o pequeno paraiso tão vario.
Em troca de calor, um arrepio,
na falta de estradas, um varedo,
dizer que o melhor tempo, é cedo,
e se negar a resgatar alguma pista.
O caminho é o mapa da pedra,
que em seu dorso espelha um aedo,
em longas estradas rumo a Creta.
Em Delos as pistas do El Dorado,
algum oráculo escondendo o labirinto,
aberto em páginas de Borges.
Pode o coração, ser tão vazio.
e as vazias pedras, do caminho,
serem a escada a nossa vista,
para o pequeno paraiso tão vario.
Em troca de calor, um arrepio,
na falta de estradas, um varedo,
dizer que o melhor tempo, é cedo,
e se negar a resgatar alguma pista.
O caminho é o mapa da pedra,
que em seu dorso espelha um aedo,
em longas estradas rumo a Creta.
Em Delos as pistas do El Dorado,
algum oráculo escondendo o labirinto,
aberto em páginas de Borges.
Para meus amigos este errante, e errado, soneto falho.
domingo, 2 de outubro de 2011
desenho: Georgio Rios
ARQUITETANDO QUIJANO
Era apenas uma figura abstrata. Um emeranhado de riscos sobre um folha branca de papael A4 destes que se vende em resmas de 500 folhas. Embalados com um laminado brilhante estampando referências a preservação ambiental, e plantio de eucalípitos. Poderíamos estar vendo um filme, ou ainda, um album de fotografias, porém estavamos ali. Quietos, olhando efusivamente aquela figura abstrata de cores diversas. Foi aqui que no verso de outra folha, em branco, começei a rabiscar algumas palavras aleatóreas sobre livros que me tiravam do tédio. O pequeno texto era este:
“ Eu estava na engenharia dos sonhos de Alonzo Quijano, quando este, em sua estranha música, engendrava em silêcio, os primeiros moinhos de vento. Sancho, em sua larga figura argumentava estas façanhas de esteta com seu burrico a caminho de certa ilha, da qual tinha apenas parcas noticias,trazidas através de certo cavaleiro da triste figura.
A tarde desabou lenta, entre raios tímidos de sol que retardavam ante a massa negra da noite. Lina amassou o papel e fomos embora sem dizer muitas palavras. Ela no taxi, eu, a pé observando a s primeiras estrelas da noite.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Divulgação!
Sinopse Oficial:
“Com Tabua, Carlos Tourinho de Abreu revela num texto envolvente não apenas o seu talento como escritor, mas também um olhar crítico sobre o Brasil contemporâneo. Situando-se entre os anos 1980 até a atualidade, a narrativa possui muitas vezes tom de suspense, apresentando uma sequência de revelações que fazem o leitor ficar estarrecido.Conta a história de Guina, recheada de reviravoltas, desde a sua infância marcada pela pobreza numa realidade de interior, até a vida adulta, mais confortável – porém, nem tanto – no universo metropolitano. Trata-se de uma grande denúncia que vem a mostrar que, apesar de o Brasil ter evoluído na aparência, essencialmente permanece o mesmo no jogo de interesses dos ruralistas que se intrometem vorazmente na política; na troca de favores; no individualismo e ambições desmedidos; no tratamento hostil e preconceituoso contra as camadas mais populares; na criminalidade encomendada, entre outros aspectos.Contudo, o retrato que o autor delimita não é um apocalipse completo. Ainda se pode acreditar que existem pessoas de bom coração, a exemplo de personagens feito Seu Fran que, mesmo cerceados em muitos momentos, não deixam de praticar a bondade e a generosidade. Também se pode ter esperança quando vem à tona o amor puro e verdadeiro de personagens como Guina que, mesmo em instante de total desilusão e desespero, não perdem o sonho maior.”
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